Aquele doce olhar tão cheio de encantos
Que penetrou no fundo do meu ser
Fez a esperança morta reviver
E por isso enxugou de vez meu pranto
Que toda minha vida mudou tanto
Fez de mim um ser melhor, me fez crescer
Porque esse novo amor vindo a nascer
Transformou minha dor em alegre canto
Aquele teu sorriso de ternura
Tocou meu coração, meu sentimento
Pois nunca vi no mundo igual doçura
De corpo e de alma fez-me te entregar
Não exitando sequer, por só um momento
Dominado por esse doce olhar.
domingo, 8 de abril de 2018
OS MILAGRES DE TODO DIA
Os milagres de todo dia
Que acontecendo sem parar
Vão nos dando sempre alegrias
Não os podemos explicar
Como a terra sempre a girar
Como o sol que nos alumia
Como os pássaros que anuncia
O novo dia com seu cantar
Como a força da ventania
Como a brisa leve a soprar
Sendo forte ou sutil magia
Que acontecendo sem parar
Os milagres de todo dia.
Que acontecendo sem parar
Vão nos dando sempre alegrias
Não os podemos explicar
Como a terra sempre a girar
Como o sol que nos alumia
Como os pássaros que anuncia
O novo dia com seu cantar
Como a força da ventania
Como a brisa leve a soprar
Sendo forte ou sutil magia
Que acontecendo sem parar
Os milagres de todo dia.
VERSO E PROSA
Em verso ou em prosa
O poeta descreve suas emoções
Tenta traduzir a voz de Deus
Ao exaltar a natureza
Descrevendo suas belezas
Ou também gritando por socorro
Ao ver tantas destruições
Seus versos são às vezes apelos
E às vezes também orações
Canta o amor da mulher amada
E também o amor platônico
Chora em versos as dores sofridas
Canta alegre os momentos felizes
Recorda os tempos idos
A infância perdida ou feliz
Do tempo na vida as cicatrizes
São também fontes de inspiração
Deus, família, fé ou descrença
E todos os frutos da imaginação
Esbraveja, reclama, sorria e chora
Grita, canta, extravasa
As emoções presas no coração
Sobre tudo, em versos glosa
Como faísca de luz na escuridão
Seus versos vão clareando as trevas
Ou às vezes aumenta a confusão
Porque a vida é mesmo assim meu caro
Nem pra tudo tem explicação
E assim é a expressão da alma
Às vezes turbulenta, às vezes calma
Que o poeta expressa em verso e prosa.
O poeta descreve suas emoções
Tenta traduzir a voz de Deus
Ao exaltar a natureza
Descrevendo suas belezas
Ou também gritando por socorro
Ao ver tantas destruições
Seus versos são às vezes apelos
E às vezes também orações
Canta o amor da mulher amada
E também o amor platônico
Chora em versos as dores sofridas
Canta alegre os momentos felizes
Recorda os tempos idos
A infância perdida ou feliz
Do tempo na vida as cicatrizes
São também fontes de inspiração
Deus, família, fé ou descrença
E todos os frutos da imaginação
Esbraveja, reclama, sorria e chora
Grita, canta, extravasa
As emoções presas no coração
Sobre tudo, em versos glosa
Como faísca de luz na escuridão
Seus versos vão clareando as trevas
Ou às vezes aumenta a confusão
Porque a vida é mesmo assim meu caro
Nem pra tudo tem explicação
E assim é a expressão da alma
Às vezes turbulenta, às vezes calma
Que o poeta expressa em verso e prosa.
VERSOS QUE VERSAM
Os meus pobres versos que versam
Como de uma leve embriaguez
As ideias que às vezes dispersam
Que se juntam às vezes, talvez
E em expressões de um mal português
Que da alma só angústias expressam
Sem saber por onde começam
E o porque de tantos porquês
Nas expressões que por sua vez
Sem rumo divagam, tropeçam
Como quem bebeu vinho à beça
Como de uma leve embriaguez
Os meus pobres versos que versam.
Como de uma leve embriaguez
As ideias que às vezes dispersam
Que se juntam às vezes, talvez
E em expressões de um mal português
Que da alma só angústias expressam
Sem saber por onde começam
E o porque de tantos porquês
Nas expressões que por sua vez
Sem rumo divagam, tropeçam
Como quem bebeu vinho à beça
Como de uma leve embriaguez
Os meus pobres versos que versam.
CONFUSÃO
Porque essa confusão trago na mente
Pensando a sociedade como tal
Se sempre há de existir força do mal
Sofre pelo culpado o inocente.
E a quem consegue ser indiferente
Isso é no meu pensar miopia social
Alguém querer pisar no irmão no igual
Com nossa concorrência simplesmente.
É como não enxergar além do umbigo
Dizer que isso faz parte do progresso
Dizer não sou culpado, então não ligo.
Por isso meus amigos hoje eu peço
Reflitam, pensem bem, pensem comigo
Apelando ao bom senso nestes versos.
Pensando a sociedade como tal
Se sempre há de existir força do mal
Sofre pelo culpado o inocente.
E a quem consegue ser indiferente
Isso é no meu pensar miopia social
Alguém querer pisar no irmão no igual
Com nossa concorrência simplesmente.
É como não enxergar além do umbigo
Dizer que isso faz parte do progresso
Dizer não sou culpado, então não ligo.
Por isso meus amigos hoje eu peço
Reflitam, pensem bem, pensem comigo
Apelando ao bom senso nestes versos.
A VIDA É ENGRAÇADA
Pensando acordei hoje bem cedo
Que a vida é às vezes engraçada
De tantas coisas temos medo
Sem querer temer quase nada.
Vamos seguindo a caminhada
Compondo nosso samba enredo
Mas ninguém conhece o segredo
Para espichar nossa jornada.
Qual deve ser nosso levedo
Fermentando a vida na estrada
A onça não cutucar com o dedo
Que a vida é às vezes engraçada
Pensando acordei hoje bem cedo.
Que a vida é às vezes engraçada
De tantas coisas temos medo
Sem querer temer quase nada.
Vamos seguindo a caminhada
Compondo nosso samba enredo
Mas ninguém conhece o segredo
Para espichar nossa jornada.
Qual deve ser nosso levedo
Fermentando a vida na estrada
A onça não cutucar com o dedo
Que a vida é às vezes engraçada
Pensando acordei hoje bem cedo.
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